Um dia de Esperança
andromeda | 13 de maio de 2010Leia a revista Um dia de Esperança e descubra que Deus separou um dia especial para você superar as preocupações da vida, priorizar a família e reequilibrar suas energias físicas, mentais e espirituais.
Presente de Deus- Arautos do Rei
A Verdadeira Amizade
andromeda | 27 de abril de 2010Por Diego Scavone
Você Realmente Confia em Deus?
andromeda | 27 de abril de 2010Por Diego Scavone
Contam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. Como queria a glória só para ele, resolveu subir sem companheiros.
Durante a subida foi ficando tarde e ele não havia se preparado para acampar, sendo que decidiu seguir subindo até que escureceu.
A noite era muito densa naquele ponto da montanha e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era negro, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens.
Ao subir por um caminho estreito, a poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa.
O alpinista via apenas manchas velozes passando por ele e tina a terrível sensação de estar sendo sugado pela gravidade. Continuava caindo e, em seus angustiantes momentos, passaram por sua mente alguns episódios felizes e outros tristes de sua vida.
Pensava na proximidade da morte, sem solução. De repente, sentiu um forte solavanco, causado pelo esticar da corda pela qual estava amarrado e presa nas estacas cravadas na montanha.
Naquele momento de silêncio e solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer, então gritou com todas as suas forças:
_ Meu Deus, me ajuda!
De repente, uma voz grave e profunda lhe respondeu:
_ Que queres que eu te faça?
_ Salva-me, meu Deus!
_ Realmente crê que eu posso salva-lo?
_ Com toda certeza, Senhor!
_ Então, corta a corda que estás amarrado.
Houve um momento de silêncio e o homem se agarrou mais fortemente à corda.
_ Por quê duvidas? Não crês que sou Deus e posso salva-lo?
_ Sim Senhor, mas…
_ Se creres, verás a glória de Deus. Corta a corda!
Conta a equipe de resgate, que no outro dia encontraram o alpinista morto, congelado pelo frio, com as mãos agarradas fortemente à corda; a apenas dois metros do solo.
E você? Cortaria a corda?
Às vezes precisamos tomar decisões que testam nossa fé em Deus. E nós, que estamos tão agarrados às cordas, soltaríamos?
Devemos diariamente exercitar nossa confiança em Deus, lembrando sempre que: “O senhor nosso Deus nos segura pela mão e diz: Não temas, eu te ajudo”. Isaias 41:13.
Coleção de Nós e Amarras
andromeda | 27 de abril de 2010Logo quando entramos no clube, uma das primeiras coisas que aprendemos a fazer, são nós e amarras.
Clique Aqui Coleção de Nós e Amarras
Maranata!
Dicas!
andromeda | 22 de abril de 2010Por Diego Scavone
Vou acampar, mais não sei arrumar a mochila como faço? 
Isso é uma dúvida de muitos desbravadores. Primeiramente alguns detalhes precisam ser levados em conta ao se usar uma mochila. A questão do peso, por exemplo, é essencial. A mochila não deve levar “ mundos e fundos”. O veículo que transportará serão seus ombros (um quilo equivale a cerca de um quilo e meio, depois do primeiro quilômetro caminhado). Então , anote ai;
As roupas devem ser colocadas junto ás costas para funcionarem como almofada.
O cobertor ou saco de dormir, devido ao volume, deve ser bem enrolado e colocado em arco em volta da armação da mochila, formando um U invertido, protegendo o corpo principalmente em caso de quedas.
Se precisar levar panela, ela deve ser colocada na parte superior, com o fundo voltado para as costas do excursionista.
Alimentos e outros objetos devem ser colocados dentro da panela para não desperdiçar espaço.
A bagagem deve ser bem apertada, ocupando todos os espaços.
Os objetos mais pesados devem ser colocados na parte superior da mochila, para ajudarem no equilíbrio.
Olho vivo
Na hora de arrumar
Tempo: Quantos dias vão durar a excursão? As quantidades (roupas e comida) sempre dependerão desse item.
Alimentos: Não tente enfiar a geladeira de sua casa dentro da mochila.rsrsr
Água: Se o lugar para onde você vai tem água potável, basta levar uma reserva inicial numa garrafa plástica de água mineral (1,5 l). Esse tipo de garrafa é fácil de levar na mochila , pois pode ser dobrada quando vazia e novamente reutilizada.
Na Hora de Usar
Finalmente, preste muita atenção, à maneira de caminhar com mochila! Se não houver cuidado, sua coluna poder ser afetada seriamente.
Anote aí;
A carga máxima recomendável para uma mochila é de 5 a 10% do peso de quem carrega. Acima disso, o peso fará pressão sobre os discos vertebrais, causando prejuízos á coluna.
Prefira mochilas com alças acolchoadas e anatômicas, que se adaptam melhor ao corpo.
O atrito entre a mochila e as costas pode ser evitado com o uso de um cinturão regulável. Boa parte das mochilas inclui esse equipamento.
Nunca carregue a mochila em um dos ombros apenas. A má postura provoca doenças como: escoliose, ombros desalinhados, hiperlordose (coluna afundada acima do quadril), corcunda, pernas em arco, etc.
Sinais de Pista
andromeda | 20 de abril de 2010Por Diego Scavone
Há vários manuais de Desbravadores, Escoteiros e Militares, que nos ensinam os sinais de pista. Podem ser feitos de diversas formas, usando galhos secos, ramos, pedras, etc.
Os sinais de pista devem ser feitos de modo a não atrair demasiada atenção, e não devem ser excessivamente visíveis, pois, de outro modo, podem ser inutilizados propositadamente ou inadvertidamente por pessoas leigas, veículos.Fique bem atento onde pisa pois pode haver um sinal de pista. Abaixo estão alguns dos sinais que usamos:
Purificação da água
andromeda | 20 de abril de 2010Por Diego Scavone
Métodos de Purificação da água
Os perigos da ingestão de água não potável
Nunca beba água não potável, qualquer que seja a sua sede. Um dos piores perigos para a sobrevivência são as doenças transmitidas pela água. Trate toda a água, quer fervendo-a pelo menos durante um minuto, quer utilizando pastilhas para a sua purificação.
As doenças e micróbios que pode contrair bebendo água não potável incluem:
Disenteria: Provoca diarréia fortes e prolongadas com sangue nas fezes, febre e abatimento.
Se suspeita de disenteria, coma com freqüência e procure beber leite de coco, água fervida ou infusão de casca de arvore 4. O leite de coco é um laxativo e deve ser consumido em pequenas quantidades.
Coma arroz cozido, se o tiver a mão.
Cólera e tifo: Mesmo que tenha sido vacinado, poderá contrair estas doenças se não tiver muito cuidado com a água que beber.
Fascíolas: existem em águas estagnadas e poluídas, especialmente em zonas
tropicais. Se engolidas, as fascíolas migrarão para a corrente sangüínea, vivendo como parasitas e provocando doenças dolorosas e muitas vezes fatais. As fascíolas (vermes parasitas) também podem penetrar através de fissuras da pele enquanto uma pessoas vadeia ou se banha em águas contaminadas.
Sanguessugas: Encontram-se pequenas sanguessugas em particular nos cursos de água da África. Se engolida, uma sanguessuga pode prender-se na garganta ou no interior do nariz. Uma vez nesta posição, sugara o sangue, produzira uma ferida e deslocar-se-á para outra zona. Cada nova ferida continuara a sangrar, abrindo a porta para a infecção. Para remover estes parasitas, inspire pelo nariz água saturada de sal ou arranque-os com uma
pinça improvisada.
4 A casta deverá conter tanino, servindo para o efeito casca de carvalho.
Apresentamos abaixo, três métodos de desinfecção de água, cada um
com seus prós e contras. Escolha o método que melhor se adapte ao seu equipamento e preferência, mas, por segurança, leve sempre um outro de reserva.
Fervura
Ferver a água mata todos os microrganismos patogênicos. Independente da altitude, quando a água ferve, ela já pode ser bebida, uma vez que a temperatura necessária para matar estes microrganismos, inclusive os vírus, é atingida bem antes do ponto de ebulição. Fervendo a água, eliminamos todas as chances de contaminação. Porém, necessitamos de um fogareiro, combustível extra e uma panela. Para uma caminhada com acampamento, onde geralmente já levamos o fogareiro e a panela, este método pode ser facilmente utilizado. Mas para caminhadas curtas, já não é tão conveniente.
Após ferver a água, transfira-a de uma garrafa para outra algumas
vezes, para que ela seja aerada, o que vai conferir um gosto mais
agradável à mesma. Uma boa idéia também, é misturar algum suco em pó.
Tratamento Químico
Pastilhas de cloro ou iodo matam todas as bactérias, parasitas e vírus
encontrados nas águas superficiais. Isto faz destas duas substâncias
uma ótima opção quando se quer levar pouco peso. Porém, a eficácia na esterilização da água através do cloro e do iodo, depende da
temperatura e do tempo. Quanto mais fria e turva for a água, mais
pastilhas devemos colocar, e mais tempo devemos esperar para beber.
Deixe que a água sedimente para colocar na garrafa. Assim, a
quantidade de substâncias que irão interferir com o cloro ou iodo será
menor. Para mascarar o das substâncias utilizadas, podemos acrescentar suco em pó.
Para saber quantas pastilhas colocar e quanto tempo esperar para
beber, leia as instruções de uso na embalagem das pastilhas.
Filtros Purificadores
Os filtros são convenientes para viagens em clima quente, e irão
remover a maioria das bactérias e parasitas que podem causar doenças no homem. Porém, em climas frios, eles podem congelar, além de necessitarem de manutenção periódica e freqüente substituição do elemento filtrante. Também não são tão eficazes para matar vírus.
Entretanto, a maioria destes equipamentos, não apenas filtra a água,
mas também a trata quimicamente, usando geralmente iodo. Portanto, é um sistema bastante seguro de purificação de água.
Decantação
Usado principalmente quando a água estiver barrenta. Deixe a água em repouso durante doze horas. Após este período, com uma vasilha menor, e sem movimentar muito a água, retire colocando em outra vasilha. O inconveniente neste método é que não purifica a água, apenas separa a mesma da terra ou barro.
Acampamento: O que é?
andromeda | 20 de abril de 2010Por Diego Scavone
Passar uns dias de companheirismo, trabalho e recreação, com passeios ao ar livre, natação e estudo da Natureza. Achar gozo na vida sadia, perto de Deus em meio à Natureza. Acomodar-se com relativo conforto, no campo, longe do barulho da cidade, do corre-corre costumeiro e aprender a suprir as necessidades com o mínimo de abastecimento.
É colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos no clube e praticá-los devidamente, enfim, uma mudança completa da rotina diária, conhecimentos e habilidades que dificilmente poderiam ser conseguidos de outra maneira.
E por fim: Aumento do conhecimento do grande Criador, Autor da Natureza.
BOA EDUCAÇÃO NO CAMPO
Um desbravador deve ser sempre cortês, e isso também se aplica ao acampamento que você realiza. Para não haver problemas, abaixo segue-se uma lista de como se portar quando acampado.
01. Ao apanhar lenha não toque nas árvores vivas, nem destrua as cercas.
02. Não atravessem em terras semeadas ou com plantações. Se acaso não tiverem outra saída, tomem todo cuidado e evitem danos.
03. Remova a grama ou capim com cuidado antes de fazer o fogo. Molhe os ladrilhos ou tabletes de grama retirados, enquanto durar o acampamento, e reponha-os no mesmo lugar ao término do acampamento.
04. Deixe todas as porteiras da fazenda como as encontrou, abertas ou fechadas.
05. Obtenham permissão antes de apanhar, mesmo no chão, alguma fruta do pomar.
06. Façam silêncio próximo à fazenda, principalmente à noite.
07. Sejam muito cuidadosos com o fogo, principalmente na época da seca.
08. Cuide com o vocabulário. Só fale o que é necessário e o que não envergonhe os anjos.
QUANDO ME PERDER, O QUE FAZER ?
Essa com certeza é uma boa pergunta, e talvez você não concorde com o primeiro passo, mas se isso acontecer com você, procure sempre seguir tudo o que vamos lhe dizer!
1º Sente-se e pense; mantenha a calma.
Pode ser que você comece a pensar coisas horríveis, como ver-se atacado por um animal selvagem ou sentir que vai morrer de fome. A maioria das pessoas pensa nessas coisas nos primeiros momentos de ansiedade, depois de perceberem que não sabem onde se encontram. Porém, afaste esses pensamentos, pois alguém irá encontrá-lo com certeza.
Sente-se até que possa pensar com clareza. Não pense em detalhes, mas apenas em pontos e sinais de maior relevo. Decida se será melhor seguir adiante, regressar ou ficar no mesmo lugar. Se houver comida e água, provavelmente será melhor ficar no mesmo lugar e procurar chamar a atenção acendendo um fogo que produza fumaça durante o dia ou luz durante a noite.
2º Ore.
Ajoelhe-se e peça à Deus. Recorde-se de algumas de Suas promessas “sempre estarei convosco”. “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem”. Jesus vela por você. Os anjos cuidam de você.
3º Se estiver em Grupo.
Após o descanso , distribua tarefas a cada pessoa. Transmita confiança. Se alguém estiver machucado, preste os primeiros socorros.
4º Ponha um sinal no lugar em que está no momento.
Não saia do ponto onde está até sinalizar bem o local. Faça marcas no galho de uma árvore, enterre um ramo com um pedaço de pano no solo ou ponha seu boné em algum lugar destacado. Faça algo que sinalize o local. Isso ajudará aos que buscam encontrá-lo, se você se afastar do local onde se deu conta de estar perdido.
5º Suba em uma árvore ou em uma colina.
Pode ser que do alto de uma árvore você veja um sinal que reconheça bem. Assim poderá assegurar-se da direção de regresso. Dirija-se a esse local. Porém, se não estiver seguro do sinal, fique onde está. Quando estiver subindo em lugar alto, busque sinais de fumaça que, geralmente, indicam a presença de pessoas nos arredores.
6º Base provisória.
Se nada disso funcionar, faça um abrigo numa árvore ou no solo e uma fogueira segura colocado ramos e algumas folhas verdes para fazer fumaça. Inicie um diário. Anote as condições e posição geográfica em que se encontra etc. A essa altura alguém já deve estar procurando por você e isso indicará sua posição.
7º Use o mapa e a bússola.
Se você foi suficientemente precavido para levar um mapa e uma bússola consigo, use-os. Abra o mapa e oriente-se, seja com um compasso ou verificando os pontos importantes.
Tente lembrar-se do último ponto importante em que tenha passado. Uma ponte, cabana, colina, curva em ângulo agudo no caminho. Busque-os no mapa. Novamente, se não estiver completamente seguro de onde está o ponto importante no mapa, e de estar usando bem o mapa e o compasso, fique onde está.
8º Providencie alimentos e água.
Plantas comestíveis, frutos, silvestres e peixe, se houver um rio ou lago por perto.
9º Fique onde está.
Se não localizar um sinal familiar que possa levá-lo de volta, seja pela vista ou pelo mapa e o compasso, fique onde está. Espere a ajuda de alguém. Escute com atenção para ouvir se alguém está chamando. Se precisar deixar o local por alguma razão, tal como busca de abrigo ou água, marque claramente a direção a seguir e o caminho por onde andar.
Lema do acampante: “ Da Natureza não se tira nada além de fotos, e não se deixa nada além de pegadas.”
Um Copo de Leite
andromeda | 9 de abril de 2010Por Diego Scavone
Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome.
Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta.
Em vez de comida pediu um copo de água. Ela pensou que o jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite.
Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou?
- Quanto lhe devo?
- Não me deves nada – respondeu ela.
- Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa.
Ele disse:
- Pois te agradeço de todo coração. Quando Howard Kelly saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, mas também sua fé em Deus e nos homens ficou mais forte.
Ele já estava resignado a se render e deixar tudo.
Anos depois essa jovem mulher ficou gravemente Doente.
Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram a cidade grande, onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade.
Chamaram ao Dr. Howard Kelly para examina-lá, quando escutou o nome do povoado donde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos.
Imediatamente subiu do vestíbulo do hospital a seu quarto.
Vestido com a sua bata de doutor foi ver a paciente.
A reconheceu imediatamente. Retornou ao quarto de observação determinado a fazer o melhor para salvar aquela vida.
À partir daquele dia dedicou atenção especial aquela paciente.
Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha.
O Dr. Kelly pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos para aprova-lá. Ele a conferiu e depois escreveu algo e mandou entrega-lá no quarto da paciente.
Ela tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos. Mas finalmente abriu a fatura e algo lhe chamou a atenção, pois estava escrito o seguinte:
Pago totalmente faz muitos anos com um copo de leite (assinado) Dr. Howard Kelly.
Lágrimas de alegria correram de seus olhos e seu coração feliz rezou assim:
Graças meu Deus por que teu amor se manifestou nas mãos e nos corações humanos.
“A CADA UM , SEGUNDO AS SUAS OBRAS”
“TUDO O QUE VOCÊ DÁ PARA MUNDO, O MUNDO TE DEVOLVE”
É A MAIS PURA VERDADE….
A Tigela de Madeira
andromeda | 9 de abril de 2010Por Diego Scavone
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritaram-se com a bagunça.
“Precisamos tomar uma providência comrespeito ao papai”, disse o filho.
- “Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.”
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha.
Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à
mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.
O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente à criança:
“O que você está fazendo?”
O menino respondeu docemente:
- “Ah, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu
crescer.”
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.
Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um
garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será
melhor.
Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.
Aprendi que “saber ganhar” a vida não é a mesma coisa que “saber viver”.
Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que viver não é só receber, é também dar.
Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.
Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.
Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.
Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano – segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.
Aprendi que ainda tenho muito que aprender…
As pessoas se esquecerão do que você disse…
Esquecerão o que você fez… Mas nunca esquecerão como você as tratou.
Amigo ou Colega?
andromeda | 9 de abril de 2010Por Diego Scavone
Autor: Gilson Medeiros
Amigos não nascem em árvores, nem aparecem num passe de mágica. Boas amizades crescem ao longo do tempo e são resultado do investimento que fazemos em nossos relacionamentos pessoais.
Existem alguns princípios básicos que podem ajudar-nos a desenvolver boas amizades. Eis alguns deles:
1) SEJA AMIGO!
Quem deseja ter amigos, precisa se fazer um amigo. Não espere que os outros tomem a iniciativa, mas desde o princípio mostre-se amigo das outras pessoas. Para experimentar uma boa amizade é necessário arriscar-se oferecendo a sua amizade ao seu próximo. Ainda que você seja tímido, peça a Deus para dar-lhe esta disposição e lhe direcionar para aqueles que precisam de amigos.
2) IDENTIFIQUE OS SEUS AMIGOS, COLEGAS E CONHECIDOS.
a) CONHECIDOS são aqueles que convivem conosco, estudam na mesma sala, comem na mesma cantina, trabalham na mesma empresa, moram na mesma rua, etc.. A nossa conversa com eles nunca vai além de informações do tipo: “Oi! Quanto foi o jogo ontem?”
b) COLEGAS são aqueles que nos conhecem um pouco mais. O nosso relacionamento com eles é estritamente “profissional”. São amigos em potencial. Eles convivem um pouco mais conosco, sabem onde moramos, mas não conhecem os nossos sonhos, dúvidas e aflições. Nenhum dos dois (você e seu colega) sente que gostaria, pelo menos no momento, de investir em um relacionamento mais profundo.
c) AMIGOS estão conosco na escola, no trabalho e na vida. Existe uma certa cumplicidade nos sonhos e nas aspirações. Partilhamos com eles o que nós somos e sentimo-nos aceitos por isso e apesar disso! Eles são os que se preocupam se estamos tristes, e se alegram quando estamos felizes. Telefonam, “teclam”, “torpedeam”, etc., apenas para matar a saudade. Os amigos são aquelas pessoas que nunca esquecem de lembrar de você.
3) ACEITE QUE É IMPOSSÍVEL SER AMIGO DE TODO MUNDO.
Estudiosos do comportamento humano têm descoberto que não temos tempo nem estrutura emocional para desenvolver, simultaneamente, mais do que 8 relacionamentos significativos em nossas vida. Desenvolver amizades sinceras e profundas exige tempo e exposição gradativa do nosso interior.
4) PORÉM, PROCURE TER MAIS DE UM AMIGO.
A amizade saudável não é possessiva. Você não possui seu amigo e nem ele a você. Ter apenas um amigo é limitar muito a sua percepção de vida. Formar um grupo de amigos que jogam bola juntos, fazem passeios juntos, etc., é muito saudável e pode ser a cura para amizades possessivas.
5) APROFUNDE A NOVA AMIZADE AOS POUCOS.
Ao fazer novos amigos você estará se tornando vulnerável à rejeição. Não abra todo o seu coração logo no começo. Agindo assim você dará oportunidade ao seu novo amigo de estudar e ver se ainda deseja continuar aprofundando o relacionamento. Você estará também conhecendo melhor a pessoa e descobrindo se ela é alguém em quem você pode confiar. Esta atitude permitirá que você possa desistir de investir numa amizade sem sentir que outro já sabe demais de você!
6) EVITE JULGAR PELAS APARÊNCIAS.
Lembre-se que o homem vê o que está diante dos olhos, porém Deus vê o coração das pessoas. Procure ver as pessoas como Deus as vê e você será surpreendido. Não importa “status” social, beleza, popularidade, etc. Quem procura um amigo deve começar valorizando o interior das pessoas.
Autor desconhecido.
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“A amizade é uma ponte pela qual todos temos que passar… várias vezes na vida”.
Pense nisso!
Você tem problemas, realmente?!
andromeda | 9 de abril de 2010Por Diego Scavone
Autor: Gilson Medeiros
No último sábado ouvi um testemunho que me tocou profundamente. Foi na igreja central de Natal-RN.
Há 8 anos uma jovem iniciava sua vida de casada com um rapaz, cuja cerimônia foi realizada no próprio templo central de Natal. As juras de amor eterno foram trocadas, e parecia que tudo caminhava para um “felizes para sempre”.
Porém, alguns meses depois, a jovem sofreu um acidente que a deixou paralisada do pescoço para baixo, com liberdade de apenas alguns movimentos rápidos, porém dolorosos, dos braços até à altura dos cotovelos. O mundo começava a desabar…
O amor eterno que seu noivo lhe jurara diante do altar, parece que não era tão “eterno” assim. Ele a abandonou. Ela, agora, tinha que retornar a viver com seus pais, que a acolheram com todo amor, carinho e dedicação. Este amor, sim, é eterno… AGAPE!
Os anos se passaram e os sofrimentos continuam. Hoje, esta jovem depende quase que totalmente dos cuidados de terceiros. São inúmeros os medicamentos que ela precisa tomar contra as dores e os espasmos musculares (parecidos com cãibras), que lhe acometem contínua e diariamente.
Uma enfermeira ajuda a cuidar da nossa irmã durante o dia, de segunda à sexta-feira. Aos finais de semana e feriados, os cuidados ficam exclusivamente com seus pais e seu irmão (que brevemente estará viajando para estudar Teologia no UNASP). Esta enfermeira recebe estudos bíblicos da sua “paciente”, que tem tanta consideração e fervor missionário que faz questão de escrever, ela própria, as lições. Mas tem um detalhe…
Como não tem os movimentos completos dos braços, ela usa a seguinte “artimanha”: prende o fundo da caneta na ponta dos lábios e, com os pulsos unidos, ela guia a ponta da caneta no papel, para pode escrever. Conseguiu visualizar?! Que amor pelo evangelismo!
O irmão Marcos André, que relatou o testemunho para as centenas de pessoas presentes ao culto de sábado, contou emocionado que não pode deixar de admirar o brilho no olhar desta jovem heroína. Ela poderia estar resmungando, criticando, praguejando… mas não! O brilho em seus olhos revelam o profundo amor que ela sente por Jesus, e a certeza inabalável de que as promessas de cura e restauração físicas a alcançarão, se não antes, mas certamente no momento do retorno glorioso do Seu Amigo e Salvador – JESUS CRISTO.
As pessoas presentes, pelo menos aquelas que ainda não se deixaram insensibilizar pela podridão deste mundo, ouviam cada palavra com os olhos marejados de lágrimas, diante de tamanha fé e vontade de viver de forma útil e digna, apesar de tudo.
Mas o ponto alto foi quando seus pais, guerreiros incansáveis, foram convidados a subirem à plataforma para que todos os conhecessem. Sua mãe, a irmã Josefa, estava visivelmente emocionada. Seu pai, o irmão Adailton, um dedicado e zeloso Ancião da igreja central, também lá estava. Todos puderam conhecer estes dois exemplos de abnegaçao, dedicação, amor e fé. E eu também lá estava, sentado no terceiro banco, ao lado da minha esposa e filhas, e com o mesmo nó na garganta que estou agora, ao escrever de forma resumida para vocês o que ouvi na ocasião.
Saí dali com algumas certezas:
1. Aquela jovem merecia um marido melhor. Um que a amasse de verdade, na “alegria ou na tristeza”, na “saúde ou na doença”. Ela não merecia ter sido abandonada desta forma (para “completar”, recentemente ela foi intimada a se “deslocar” até outro Estado para a audiência do divórcio… pode!?).
2. Quando a Bíblia diz que os filhos devem honrar pai e mãe é porque esta “dupla dinâmica” são o mais puro reflexo do amor divino, um amor que ama sem reservas, sem “poréns”. Ama pelo simples desejo de amar. Nem todos pais são assim, mas esta é outra história.
3. Quantas vezes reclamo de coisas banais, achando que tenho problemas com P maiúsculo! Nós, egoístas por natureza, reclamamos e até blasfemamos de Deus quando algo dá errado, quando não temos a casa que gostaríamos, o carro que vimos na TV, a roupa usada na novela. Reclamamos quando está chovendo e quando o sol está forte. Reclamamos quando estamos gordinhos ou magrinhos demais; quando o nariz é grande e quando é pequeno; quando o salário não dá para vivermos no luxo; quando a comida não tem o requinte das “celebridades”… Reclamamos quando a igreja não tem ar condicionado, ou quando os bancos não são tão confortáveis… também o fazemos quando o sermão é curto demais ou longo demais. Puxa vida! Como reclamamos!
4. Existem pessoas que vivem, REALMENTE, uma vida difícil, cheia de privações, limitações, preconceitos, humilhações… mas estão vivendo felizes, perseverantes. Vivem para superar os desafios, e não para serem vencidas por eles. Enquanto perco tempo olhando para a “vida dura” que levo, esqueço daqueles que não têm um teto para dormir, o “arroz com feijão” básico para comerem todos os dias, uma roupa quentinha para se protegerem do frio da noite; não têm as mãos, os braços, as pernas… não vêem, não ouvem, não falam… não têm família, amigos, pais, filhos… muitas vezes, nem “irmãos”. Mas vivem… e felizes!
Você tem problemas? Tem nada! Outros os têm muito maiores que eu e você, mas não se abatem como nós nos abatemos.
Prezada Riane, você é uma heroína! Fico feliz em saber que ainda existem cristãos com a sua fé, mesmo em meio a tanta frieza espiritual por parte dos “santarrões perfeitos” que abarrotam nossas congregações.
Quero convidar você, caro amigo e amiga do blog, a incluir estas 3 pessoas maravilhosas em suas orações: Adailton, Josefa e Riane. Um dia você terá o privilégio de conhecê-los, pois o Rei vem vindo! Maranata!
“tudo posso nAquele que me fortalece” (Filip. 4:13).
A Melhor Oração
andromeda | 9 de abril de 2010Por Diego Scavone
Que bela estória para reflexão…
Um homem recebeu, certa vez, a visita de alguns amigos.
- Gostaríamos muito que nos ensinasse aquilo que você aprendeu em todos estes anos – disse um deles.
- Estou velho – respondeu o homem.
- Velho e sábio – disse o outro. – Afinal de contas, sempre te vimos orando durante todo este tempo. O que conversa com Deus? Quais são as coisas importantes que devemos pedir?
O homem sorriu.
- No começo, eu tinha o fervor da juventude, que acredita no impossível. Então, eu me ajoelhava diante de Deus e pedia para que me desse forças para mudar a humanidade. Aos poucos, vi que era uma tarefa além das minhas forças. Então, comecei a pedir a Deus que me ajudasse a mudar o que estava à minha volta.
- Neste caso, podemos garantir que parte de seu desejo foi atendido – disse um dos amigos. Seu exemplo serviu para ajudar muita gente.
- Ajudei muita gente com meu exemplo; mesmo assim, sabia que não era a oração perfeita. Só agora, no final de minha vida, é que entendi o pedido que devia ter feito desde o início.
- E qual é este pedido?
- Que Ele me ajudasse a mudar a mim mesmo.
Antes de mudar os outros, peçamos ao Senhor que nos ajude a produzir uma mudança verdadeira em nós mesmos. Afinal, ser cristão é viver em NOVIDADE DE VIDA.
“Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Como poderás dizer a teu irmão: Deixa, irmão, que eu tire o argueiro do teu olho, não vendo tu mesmo a trave que está no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão” (Lucas 6:41-42).
Ano de catástrofes ou esperança?
andromeda | 9 de abril de 2010Por Diego Scavone
Fonte: Advir
Acabo de chegar do Chile, depois de visitar várias das cidades afetadas pelo terremoto e tsunami, na região sul do país. Voltei com a impressão de um país preparado para se refazer da crise e um grupo de membros e líderes que perderam muita coisa, mas não a esperança.
Pessoas que têm um sorriso no rosto, palavras positivas e muita confiança de que vamos sair mais fortes de toda essa crise.
Fiquei muito impressionado ao visitar a família da irmã Yolanda, tesoureira da igreja central de Constitución. Encontrei os quatro membros da família no local em que estava sua casa, antes do tsunami.
Hoje, resta apenas uma pequena parte e uma montanha de entulhos. Na frente estava o carro da família com um grande adesivo no vidro traseiro apresentando a imagem do Impacto Esperança 2008, com a volta de Jesus e a mensagem “Viva com Esperança”. Aquelas palavras eram o que os habitantes da cidade precisavam ouvir e recordar, e nelas confiar. Ela me contou do momento, logo após o terremoto, em que fugiram apenas com a roupa do corpo para a parte alta da cidade, e dali acompanharam o momento em que as ondas gigantes tragaram um pedaço da cidade.
Em uma pequena ilha próxima, cerca de duzentas pessoas aproveitavam o fim de semana. Depois
do terremoto, também sabiam do risco da chegada de um tsunami. Infelizmente, não conseguiram sair
para se refugiar em uma região mais alta. Ao conversar com a irmã Yolanda, percebi sua emoção ao
contar que, do lugar alto em que estavam, podiam ouvir os gritos desesperados das pessoas da ilha e
seus sinais de luz com as lanternas, pedindo socorro, mas ninguém conseguia oferecer ajuda. Tão logo as
ondas gigantes chegaram, o barulho e as luzes desapareceram.
Foi muito difícil para todos acompanhar uma situação como aquela. São cenas que nos relembram diferentes momentos bíblicos e proféticos que para alguns parecem impossíveis. Nossa igreja também sofreu as consequências da tragédia. As sedes da Associação Sul e da Missão Central foram condenadas e desocupadas.
Três escolas foram bastante danificadas e dez igrejas, destruídas. A maior delas, a igreja central da cidade de Concepción (dois milhões de habitantes), tinha lugar para 700 membros e o pouco que sobrou terá de ser demolido. Mais de setenta igrejas tiveram sérios danos estruturais e cerca de 700 casas de adventistas também foram afetadas. Lamentavelmente, quatro de nossos membros faleceram.
Ao descrever toda essa situação, quero lhe dar a oportunidade de ajudar nossos irmãos no Chile e
orar por eles. Quero que você veja como Deus renova as forças de Seus filhos em meio à dor e ao sofrimento.
Além disso, quero que você tire outras lições importantes:
1. Vale a pena ser uma família mundial. Não somos igrejas independentes espalhadas pelo mundo.
Somos uma igreja mundial. Uma organização que avança unida e se apoia em um momento assim.
Em poucos dias, todas as uniões e instituições da Divisão Sul-Americana, além da própria Divisão, Associação Geral e outras Divisões mundiais, enviaram recursos para a reconstrução da igreja no país. Se você também quiser ajudar, não deixe de visitar o portal adventista na internet (www.portaladventista.org).
2. Precisamos reconhecer o tempo em que estamos vivendo. Esse tem sido denominado o ano das calamidades. Precisamos entender a agitação de nosso planeta, observar como os ventos estão sendo soltos (Ap 7) e o que o inimigo está fazendo com este mundo (Ap 12:12). É tempo de levantar a cabeça, pois a redenção está próxima (Lc 21:28).
3. Cada sinal é uma oportunidade. Os versos 6, 8 e 13 de Mateus 24 indicam que as catástrofes, incluindo os terremotos, não são sinais iminentes da volta de Cristo. O próprio Cristo, no verso 14, destaca que o fim virá com a forte pregação do evangelho.
O surgimento e a intensidade dos sinais negativos deverão servir para facilitar a pregação do
evangelho. Eles não são o fim, mas facilitam o cumprimento do sinal iminente do fim (Mt 24:14).
Daí a pergunta: Quantos outros sinais ainda precisam acontecer, quantas oportunidades mais ainda precisamos ter para pregar o evangelho a todo o mundo, para que Cristo volte à Terra?
Erton Köhler – é presidente da Divisão Sul-Americana.



















